sábado, 19 de novembro de 2011

Vírus Mentais



As pessoas andam muito preocupadas com os vírus em seus programas de computador, mas se esquecem que há certos tipos de pensamentos automáticos que provocam verdadeiras panes em suas próprias mentes. Passe agora um ANTIVÍRUS em sua mente! Se detectar algum desses vírus, delete-o imediatamente:




Vírus 1: Pensamento sempre/nunca: Esse vírus ocorre quando você pensa que alguma coisa que aconteceu vai SEMPRE se repetir, ou que você NUNCA vai conseguir o que quer. Variantes do vírus: Ele SEMPRE me diminui, NINGUÉM vai telefonar pra mim, Eu NUNCA vou conseguir um aumento, TODO MUNDO se aproveita de mim, meus filhos NUNCA me ouvem. Quando você perceber este vírus, delete-o usando os programas da sua consciência.



Vírus 2: Vírus do negativismo: Ocorre quando seus pensamentos refletem apenas o lado ruim de uma situação e ignoram qualquer parte boa. Delete-o com o programa otimismo.



Vírus 3: Vírus de prever o futuro: Esse terrível vírus ocorre quando você prevê o pior resultado possível de uma situação. Ele provoca um colapso em suas iniciativas, fazendo-o desistir antes de tentar. O antivírus para este é cair na real. Afinal, se você pudesse prever o futuro, seria um bilionário da loteria agora.


Vírus 4: Vírus de leitura das mentes: Este vírus está agindo sempre que você acha que sabe o que as pessoas estão pensando, mesmo que elas não lhe tenham dito nada. O antivírus é lembrar que já é difícil "ler" a própria mente, quanto mais a dos outros.


Vírus 5: Vírus pensar com sensações passadas: Estes vírus em geral te infectaram em alguma situação desagradável no passado. Agora, situações semelhantes vão provocar pensamentos negativos: " Eu tenho a sensação que isso não vai dar certo "... Simplesmente DELETE O BICHO!



Vírus 6: Vírus da culpa: Substitua palavras como: eu deveria, eu preciso, eu poderia, eu tenho que... por: Eu quero, eu vou, eu posso fazer assim... Não fique no passado. Use o "antivírus momento presente".



Vírus 7: Vírus da rotulação: Sempre que esse vírus coloca um rótulo em você mesmo ou em outra pessoa, ele detém a sua capacidade de ter uma visão clara da situação: Variantes - Tonto, frígida, arrogante, irresponsável e mais de um milhão de rótulos auto-instaláveis.
O rótulo generaliza, transformando a realidade das pessoas em imagens virtuais de sua imaginação infectada. O melhor antivírus pra ele é o "expansão da consciência.exe ".


Vírus 8: Vírus da personalização: Esse faz você levar tudo pro lado pessoal. Exemplo: Quando alguém passa por você de cara amarrada e não te cumprimenta, o vírus faz CRER que a pessoa certamente está com raiva de você. A "expansão da consciência.exe" também deleta muito bem este tipo de vírus.




Vírus 9: Vírus culpar os outros: É o pior de todos os vírus do pensamento! Ao culpar automaticamente os outros pelos problemas da sua vida, este vírus o torna impotente para responsabilizar-se pelo próprio destino. Incapaz de mudar qualquer coisa. Use o "antivírus da auto-estima" e pare de projetar nos outros as suas próprias culpas.

MANTENHA OS SEUS ANTIVÍRUS DE PENSAMENTO SEMPRE ATIVADOS, POIS NUNCA SE SABE QUANDO ESSAS PRAGAS VOLTAM A ATACAR!

Eu ainda não sei quem é o autor desse texto que achei no Facebook, mas assim que souber eu coloco aqui! Desde já, grato!

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Convites

Alguns exemplos de convites virtuais que faço para reuniões de bloco, palestra, encontros etc... É só clicar na imagem para ir para o album no Picasa onde os cartões podem ser vistos um a um ou em apresentação de slides. Caso alguém precise de convites para qualquer evento da BSGI pode me procurar que faço de bom grado!


Click para o album no Picasa.

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Dúvida no Gongyo!

Devido a uma dúvida que eu tinha em relação ao livro da Liturgia da BSGI, resolvi entrar em contato com a organização para que me esclarecessem.
Havia reparado na edição da BSGI, no final da 1a parte do Gongyo, que a grafia estava diferente em relação a outras fontes da SGI onde se lê , "FU-SHU-BU-SETSU", no qual na versão brasileira aparece como "FU-SHU-BU-SE" - sem o "TSU".
Eu havia perguntado a alguns dirigentes a razão da diferença da grafia e me disseram ser algo em relação à pronúncia em português.

Sempre ouvi que cada caractere do Gongyo é um Buda, e na exposição do Sutra do Lótus aqui no Rio de Janeiro, isto ficou claro para mim. Lá vi um grande banner com o Sutra e ao lado de cada caractere havia um desenho com a representação de um Buda.

Bem vamos aos fatos, reparem nos destaques das ilustrações:

Liturgia da BSGI, no final da 1a parte do Gongyo:


Livro Preleção dos Capítulos Hoben e Juryo, do Pres. Ikeda:



Learning CD da SGI (EUA), que é próprio para treinamento de Gongyo:

Liturgia que ganhei quando estive na SGI em Portand:



Wallace Moura, da Coordenadoria do Rio de Janeiro, entrou em contato com a BSGI em São Paulo, e me enviou a resposta do Sr. Paulo Endo, Coordenador de Estudos do Budismo da BSGI. Posto aqui, para que outras pessoas que tenham a mesma dúvida, entendam a razão da diferença das grafias.
"Oi, boa tarde!
Na verdade, não há muito com que se preocupar. Tanto em uma leitura como em outra, não está sendo truncada nenhuma sílaba. Ao se ler sílaba a sílaba, de fato, o mais correto seria da forma que está escrito no livro PHJ, isto é:
...Fu-shu-bu-setsu. Sho-i-sha-ga....
Ocorre que a sílaba tsu não é lida de forma tão acentuada. É como se fosse um tsu mudo. Na palavra setsu a sílaba acentuada é o se . Portanto, embora seja difícil representar aqui por e-mail, a leitura seria algo do tipo SEts
E, no contexto da recitação do Gongyo, esse tsu mudo acaba se interligando a palavra seguinte Sho-i-sha-ga e acaba ficando algo como Sê (ts) - Sho ficando mais próximo do Sê-Sho-- como está no livro da liturgia.
É claro que se a leitura for efetuada de forma lenta e pausada, sílaba por sílaba (o que na prática acaba não acontecendo durante a recitação do Gongyo), pode ser pronunciado como
Fu-shu-bu-setsu. Sho-i-sha-ga.
Não sei se consegui me expressar de forma satisfatória... Claro que, se for falada, a explicação seria mais fácil de entender....
Abraços,
Endo"

Deixo aqui meus agradecimentos ao Sr. Paulo Endo por sanar tal dúvida e espero que sua orientação ajude para cada vez mais nos imbuirmos com a essência do Sutra do Lótus, Nam-myoho-renge-kyo.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Gráfico Gohonzon

Acabei de completar a tradução de mais um dos belíssimos gráficos do Daimoku Charts. Dessa vez é sobre o Gohonzon que conta com ilustrações de algumas das funções do Universo e de nossas vidas. 
Para preencher é ir marcando a cada 15 minutos de Daimoku. Cada pedra vale uma hora de prática e ao término completa-se meio milhão de Daimoku!



Para baixar em tamanho original, click na foto e salve com o botão direito do seu mouse.


segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Relato

Hoje posto o relato que dei durante a Reunião de Palestra do Bloco Village, em Jacarepaguá, Rio de Janeiro. Gostaria de mais uma vez agradecer aos responsáveis pelo Bloco e a BSGI pela oportunidade.

Boa noite a todos!
Para quem não me conhece sou o Cesinha Chaves, pai da Alice, que hoje tem 13 anos e dono do Ziggy e Bob, dois cachorros que são como filhos, só que em versão canina.
Recebi o Gohonzon dia 22 de maio de 2008 e 
hoje posso afirmar com toda certeza que a prática do Budismo de Nichiren Daishonin é algo que me transformou de tal maneira que eu passei a dividir a minha vida em AB e DB: Antes do Budismo e Depois do Budismo. 
No livro Fundamento do Budismo tem um trecho que diz assim:
“Nichiren Daishonin esclareceu Três Provas que proporcionam um claro padrão para julgar a validade das religiões:
Prova Documental, Prova Teórica e Prova Real.
Prova Documental é se os ensinos estão de acordo com os sutras.
A Prova Teórica é baseada na razão lógica, se os ensinos são compatíveis com a razão.
A Prova Real serve para medir se os ensinos confirmam resultados reais quando colocados em prática.
Todos nós, principalmente quando estamos começando, queremos ver a tal da prova real logo para comprovar a veracidade dos benefícios da prática do Nam-myoho-renge-kyo.
A minha 1a prova real veio estampada e foi antes de eu receber o Gohonzon.
Apesar de sempre trabalhar com skate em revistas e na na TV eu estava meio com saudade de participar do outro lado do cenário, não apenas escrevendo, filmando e editando. Nessa época o movimento old school, que foca nos precursores do esporte, estava começando a surgir aqui pelo Brasil, e me deu vontade de me envolver de novo como skatista. Foi com assim que acabei conseguindo a minha 1ª capa, e aos 52 anos de idade!!!
O relato que quero dividir com vocês é de uma conquista recente, mas que demorou para que eu conseguisse realizar o que havia determinado - e principalmente como eu havia determinado.
Quando conheci o Budismo de Nichiren eu me encontrava em pleno estado de tranquilidade. Sou nascido e criado na Urca, depois me mudei para a Barra e posteriormente para o Itanhangá, para uma bela e enorme casa, junto com minha esposa, minha filha, minha mãe, a cachorrinha dela e os 2 cachorros, que vieram depois.
Vivemos por alguns anos uma vida boa, sem muitas preocupações.
Como diz o princípio da intemporariedade, nada é para sempre, e depois de alguns anos minha mãe veio a falecer, e logo no ano seguinte, foi a vez do meu casamento acabar.
Não foi nada traumático, que envolvesse brigas, simplesmente a paixão entre nós como casal já não existia mais.
Só havia cumplicidade, amizade, respeito, mas não amor, que havia se extinguido.
Morávamos bem numa casa enorme, cada um com seu espaço próprio e dividíamos as tarefas em relação à filha.
Ou seja, estava empurrando a vida com a barriga.
Bem vamos a parte prática do relato.
A solução para continuarmos a seguir com as nossas vidas era vender a casa e dividir metade para cada um.
Só que a casa tinha algumas situações, digamos, peculiares, que dificultavam a venda: não tinha o habite-se, nem o projeto original da obra concluída.
Na época da compra eu não estava preocupado com isso pois aquela era a casa dos meus sonhos e eu pretendia morar nela até o fim da vida.
Mas a vida dá voltas.
Muita gente falava que seria difícil de vender a casa, que eu deveria abaixar o preço para facilitar e tal.
Vários corretores levavam clientes que visitavam a casa e gostavam, mas todos esbarravam no “habite-se” e desistiam da compra.
Mas eu sabia que a casa seria vendida, pois eu sempre dizia que existe um pessoa que está procurando uma casa assim como essa e vai comprar na mesma situação que eu comprei, só tenho de achar essa pessoa para que ela compre a casa e seja tão feliz ou mais do que eu fui aqui!
Essa era a minha principal determinação ao Gohonzon.
Orava para achar essa família para que comprasse a casa para que eu e a minha ex pudéssemos seguir com as nossas vidas.
Além disso eu queria continuar morando em casa - nada de apartamento!
Para encurtar a história, depois de muitas visitas e muitas desistências a pessoa que estava procurando pela minha casa apareceu, e vendi nas condições que determinei, pelo preço que determinei, e sem o “habite-se”!
Essa já foi uma grande conquista!


Depois de achar o comprador para a casa eu precisava de uma nova morada. E determinei que iria morar numa casinha perto da escola da minha filha, e assim foquei no novo objetivo.
A minha ex, conseguiu logo comprar um apartamento ótimo na rua da escola da nossa filha!
E ainda me passou o contato de umas casas em uma vila na mesma rua, só que para alugar!
Fui ver e as casas eram ótimas, com quintal e tudo, perfeito pra mim e os cães.
E do lado da escola da Alice!
Continuei no Daimoku focando na casa da Vila da Rua Araguaia.
Bem, vou dar outra encurtada, para não tomar muito tempo da nossa reunião. Nessa ocasião eu não consegui alugar nenhuma daquelas casas naquela vila. Aliás não conseguia alugar nenhuma casa, diga-se de passagem.
O prazo para a entrega das chaves estava acabando e eu tinha de sair e entregar o imóvel, mas ainda não havia encontrado onde iria morar!
No dia que completei esse gráfico abaixo, marcando um milhão de Daimoku eu peguei as chaves de um apartamento de 2 quartos com 80 m2 bem perto da escola da Alice.


Eu estava ficando sem alternativa devido ao tempo e como o meu objetivo nunca foi morar em apartamento, fechei meio que contra a vontade um contrato de aluguel por 30 meses e me mudei.
Quando saí do desconsagrei o Gohonzon por causa da mudança, que foi numa sexta.
No Sábado passei o dia fora trabalhando e Domingo não era permitido fazer barulho devido as normas do condomínio, então eu não pude fixar o Butsodan na parede.
Fiz a minha prática com o Butsodan fechado, com o Gohonzon lá dentro, enrolado na caixinha.
Foi assim que, decidi que não iria ficar ali por muito tempo, que esse apartamento era só um pequeno intervalo no meu caminho e que eu conseguiria morar numa casa numa vila muito em breve.
Na 2a feira tomei a decisão que iria ficar naquele apartamento apenas o tempo suficiente para achar a minha casinha perto da escola da Alice.
Ainda determinei que não iria pagar a multa da rescisão do contrato, que era de 3 vezes o valor do aluguel.
Coloquei provisoriamente o Butsodan em cima num móvel, consagrei o Gohonzon, e comecei perseguir o meu novo objetivo e com essa certeza, continuei com a minha prática diante ao Gohonzon, sempre como água corrente, contínua e sem interrupção. Isso é algo que sempre fiz questão manter como meta, de nunca deixar de fazer as práticas da manhã e da noite, independente da situação que me encontre!
Para encurtar pela última vez, pois o meu tempo já está se esgotando,
estou morando na Rua Araguaia, numa casinha com quintal.
Não naquela vila do início da história, mas numa outra vila que fica ainda mais perto ainda da escola da Alice! 

Afinal eu foquei no Daimoku como meu objetivo a “casa da Vila da Rua Araguaia”, só não havia especificado qual, pois nessa rua existem 3 vilas diferentes!
Isso é a boa sorte ou não?
=)
E detalhe, saí do apartamento sem pagar a multa da rescisão do contrato e o aluguel da casa da vila é a metade do pagava no apartamento.

Cesinha Chaves 24 de setembro de 2011

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Budismo e Skate

Há tempos que estava pensado em escrever sobre a relação entre Budismo e Skate, principalmente pelo fato de para se andar bem é necessário se viver no Aqui e Agora - sempre!
Comecei a rabiscar algumas coisas... mas acabei deixando de lado e perdendo as anotações. Aí vem o Rennê e manda essa no site da Pense Skate - muito bem mandada por sinal!!! Esse é o meu Shakubuku!!!



"A sabedoria de cair e levantar

Há algum tempo venho refletindo sobre a similaridade entre os ensinamentos que o skate e a prática budista possuem em comum.

 Mais do que cair e levantar, no skate você aprende a tentar. E tentar faz toda a diferença. Tentando você pratica o exercício da determinação, da auto-confiança, da coragem.


Praticando budismo você começa a perceber que tudo depende, acima de tudo, de você. A derrota está na sua mente, assim como a vitória. É você quem cria. 


No skate a gente logo percebe que errar faz parte do jogo e somente assim, se arriscando, que você evolui e aprende novas manobras. 


No budismo, da mesma forma, você começa a entender que os obstáculos da vida estão ali justamente para que você possa saber usá-los e retirar o melhor proveito deles, tornando-se assim uma pessoa melhor no universo.


No skate não adianta você ver revistas e vídeos se não for para a pista andar, praticar.


No budismo, a prática, junto com a fé o estudo formam um tripé fundamental.


No skate, você deve estar sempre de bem com a vida, tranquilo, com a cabeça desencanada para poder aproveitar a sessão e tudo que ela tem a te oferecer.


Com a prática budista você percebe o quanto você é capaz de influenciar o ambiente e as circunstâncias em que se encontra e por isso é fundamental cuidar da sua mente e de suas ações no dia-a-dia.


No skate, quantas vezes você sai pra dar um rolé despretensioso, sozinho e aquilo acaba se tornando um dia divertidamente inesquecível na companhia de amigos.


Na visão budista, nada acontece por acaso. Mais do que isso, você começa a entender que a sua relação cármica com as pessoas e os ambientes existem há unidades de tempo pouco mensuráveis e isso faz toda diferença na sua vida.


Na sessão de skate, pouco se quer saber onde o brother mora, sem tem dinheiro, se anda bem ou mal, trabalha, usa drogas, mora na sul ou na norte, tem patrocínio ou é crente. Todo mundo anda junto e misturado e essa diversidade gera uma química muito forte.


No budismo, todos possuem o Estado de Buda. Sem exceção. Todos tem as mesmas condições de alcançar esse estado supremo de vida e por isso há um repeito e consideração enorme pelo outro, gerando relações muito mais humanas.


No skate, você jamais esquecerá a primeira vez em que subiu em cima de um e provavelmente o amigo que te apresentou se tornará uma pessoa sempre lembrada, pra sempre.



No budismo você também acaba tendo uma profunda gratidão a pessoa que te apresentou a Lei Mística e certamente também vai lembrar dela e considerá-la pelo resto da vida.


Tenho a impressão de que se não fosse 3h40 da manhã e amanhã não houvessem tantos compromissos eu poderia ficar aqui mais um pouco só provocando relações entre a prática budista e a prática do skate.
O mais importante foi perceber o quanto ainda tenho a aprender com essas duas filosofias de vida."
Rennê Nunes
Publicado no site Pense Skate

domingo, 10 de julho de 2011

Determinação


Hoje um texto que que retirei no Facebook da Paula Zajdenverg pois achei sensacional e muito revelador sobre a nossa prática diária.



"Nichiren Daishonin afirma que:
A determinação, ou itinen, é algo que não pode faltar pois é o que possibilita a transformação de toda as circunstâncias a nossa volta.
Uma firme oração com a decisão de vencer qualquer obstáculo já é um grande passo para a vitória.
A sinceridade e a seriedade também são fundamentais.
As verdadeiras intenções, o que está no coração é o que direciona nossa mente e isso reflete em nossa vida como um todo.
Com que postura recitamos o Gongyo?
Será que o fazemos com o sentimento de estarmos participando de uma importante cerimônia diante do Buda Original?
Será que proferimos cada uma das palavras corretamente ou “fazemos de conta” que estamos realizando o Gongyo?
Como é o nosso Daimoku?
Será que realmente recitamos o “Nam myoho renge kyo”, como aprendemos ao iniciarmos a pratica ou é só “algo” parecido com isso?
O que se passa em nossa mente quando oramos?
Todas as contas para pagar, o barulho da televisão, a poeira sobre os móveis, a posição das velas, ou realmente conseguiu ver a sua vida refletida no Gohonzon?
Com os ombros curvos e as mãos caídas, balançando as pernas, ou sentamo nos eretos, com as mãos firmemente unidas e olhando diretamente ao Gohonzon?
E o que enxergamos diante de nós?
Um simples pedaço de papel escrito ou significado de nossa existência e a nossa missão como Bodhisattvas da Terra?"
Fonte - Paula Zajdenverg, membro da BSGI