terça-feira, 16 de junho de 2009

O que é Carma?



"Quando Shakyamuni Buda incorporou o antigo princípio indiano de carma em seus ensinamentos, ele transformou um conceito de resignação em um conceito de esperança—do ponto de vista que a vida é predeterminada e de que pessoas são impotentes, para um conceito de que a vida possui ilimitadas possibilidades e autonomia.

O conceito de carma existe em muitas culturas, especialmente por toda a Ásia, e é freqüentemente incompreendido. É quase sempre usado para convencer os des privilegiados da sociedade a aceitar suas situações desafortunadas na vida como sendo de sua própria criação. Ao aceitar seus destinos predeterminados, eles se resignarão às disparidades sociais.
Em sânscrito, carma significa “ato” or “ação.” Originalmente isto significa “trabalho” ou “função” e estava relacionado a palavras como “fazer” ou “produzir”. No budismo, carma refere-se às nossas ações, ou causas, criadas através de nossos pensamentos, palavras e comportamento.
As ações que praticamos causam um impacto maior em nosso carma do que as palavras e nossas palavras causam um impacto maior do que os pensamentos que criamos. Mas como nossas ações e que o que falamos revelam nossos pensamentos, nossas intenções - nossos corações - também são cruciais.
Com base na Lei de Causa e Efeito, este conceito de carma explica que as causas do passado e do presente determinam os eventos do presente e do futuro. Ele descreve as tendências latentes ou potenciais criadas pelas nossas ações do passado e que ressurgem quando as condições apropriadas aparecem. O carma pode ser tanto bom quanto ruim; boas ações (bom carma) criam efeitos felizes e positivos enquanto que ações ruins (mau carma) criam efeitos infelizes e negativos. Assim que executada por uma pessoa, qualquer ação, tanto boa quanto má, não irá simplesmente desaparecer. Cada ação permanence em nossa vida como uma força de energia em potencial, influenciando a direção que nossa vida irá tomar a partir daquele momento em diante. Neste sentido, ao invés de simplesmente enfocar o carma como uma "ação", seria mais apropriado pensar nele como uma ação acrescida de seu potencial, que pode vir a influenciar nossa vida. Simplificando, carma pode ser visto como as tendências e hábitos impressos na vida.
Se repetirmos um certo tipo de ação várias vezes, ela se tornará um hábito. E um hábito enraizado se transformará na tendência de agir, pensar ou reagir a desafios de uma maneira específica. Estas tendências acumulam-se e são impressas nos níveis mais profundos de nossa vida, conseqüentemente criando o que virá a se tornar a essência da nossa personalidade.
O ponto de vista budista em relação a carma ensina que nós somos os responsáveis pelo que somos e pelas circunstâncias atuais em que nos encontramos hoje.
As causas de vidas passadas criam as condições e circunstâncias de nossa existência atual.
Mas não termina por aí. Ao contrário da antiga visão india na de carma, o Sutra de Lótus de Shakyamuni ensina—e em última análise, a prática do budismo de Nichiren demonstra—que podemos nos libertar do confinamento de causas passadas. O Sutra de Lótus explica que já está presente dentro de nós a causa verdadeira ou original de nossa energia vital cósmica e pura, não corrompida pelas causas e efeitos influenciados pela ilusão.
O budismo Nichiren revela este estado de vida original como sendo a natureza de Buda de Nam-myoho-rengue-kyo. Trazendo a influência desta causa verdadeira por nós herdada para o momento presente, as influências de nossas causas e efeitos negativos são diminuídos e seu poder de influenciar o futuro é reduzido.
Em “Carta a Niike,” Nichiren Daishonin escreve, “Nossas ações mundanas más e nosso carma ruim podem ter se empilhado tão alto quanto o Monte Sumeru, mas quando depositamos nossa fé neste sutra, estes desaparecerão como a geada ou o orvalho sob o sol do Sutra do Lótus” (As Escrituras de Nichiren Daishonin, vol. 1, pág.1026).
Em outras palavras, somos capazes de modificar nosso carma negativo desafiando as dificuldades da vida através da fé e da prática budista, as quais estimulam o surgimento de nossa natureza de Buda. A medida que deixamos a luz do estado de Buda brilhar em nossa vida, os efeitos negativos que sofremos devido a causas passadas individuais, diminuirão significativamente.
“Além disso,” como explica o presidente Ikeda, da SGI, “não limitamos nosso foco apenas para o nosso carma pessoal. Uma vez que tenhamos nos libertado das correntes do carma, precisamos trabalhar com o objetivo de libertar outros que também estão sofrendo por causa do carma, e finalmente, devemos voltar nossa atenção à missão de mudar o carma de toda a humanidade. Este é o caminho para se atingir o estado de Buda para si mesmo e para outros” (O Mundo das Escrituras de Nichiren Daishonin,vol.
3, pág. 50)."
Fonte - Dave Baldschun, Departamento de Estudos da SGI-EUA.

terça-feira, 9 de junho de 2009

O ensino para se atingir o estado de Buda na presente forma


Há um tempo estava querendo colocar aqui no blog um texto sobre as diferenças do Budismo antes e depois do Sutra de Lótus, comparando a era de Sakyamuni com a de Daishonin (Primeiros Dias da Lei e Últimos Dias da Lei, respectivamente) e não por acaso achei uma matéria excelente no Jornal Brasil Seikyo de Abril de 2009, que reproduzo aqui.


"Os ensinos budistas pré-Sutra de Lótus pregavam que os seres vivos estavam agrilhoados ao sofrimento, como resultado das causas negativas criadas em existências passadas, e que só podiam mudar essa condição de escravidão depois de realizar incontáveis aeons de práticas budistas e de renascer no futuro num estado de vida mais elevado. Em contraste, Nichiren Daishonin ensina que uma mudança profunda e essencial em nossa atitude ou mentalidade pode mudar instantaneamente nossa vida, sem que tenhamos de mudar nossa identidade. Quando mudamos internamente, não somente nossa vida se transforma como também nosso ambiente. A “Lei do lótus” — a Lei Mística da simultaneidade de causa e efeito — permite-nos revelar nosso infinito potencial inerente e atingir um estado de completa liberdade que abarca o passado, o presente e o futuro, ou seja, as três existências da vida.
Há dois níveis do princípio de causalidade. Segundo a retribuição cármica simples, ou Causalidade Geral, cada um recebe efeitos positivos ou negativos conforme as ações praticadas. Boas causas conduzem à felicidade, alegria e tranquilidade, enquanto causas negativas resultam em sofrimento, dor e angústia. A causalidade geral do ciclo de transmigração ou renascimento — o ciclo de nascimento, velhice, doença e morte — é uma lei rigorosa da qual ninguém pode escapar. Essa causalidade ressalta que cada indivíduo é responsável pela própria vida. Nesse sentido, brinda uma sensação de independência e liberdade muito maior do que a simples noção de um indivíduo impotente, à mercê de um destino arbitrário ou sujeito à vontade divina de um ser absoluto e transcendental. Porém, faz com que as pessoas sintam-se oprimidas por terem de suportar o peso do carma acumulado ao longo de incontáveis existências.


O segundo nível vai além dessa ideia e revela um princípio de causalidade mais profundo, que rege todas as manifestações da vida. O budismo ensina que quando manifestamos o supremo estado de Buda inerente em nossa vida realizamos o bem mais elevado e, por esse motivo, podemos instantaneamente consolidar um estado de felicidade inabalável. Isto é, podemos manifestar o efeito ou o fruto da iluminação, revelando nossa natureza de Buda inata como seres dos nove mundos, sujeitos à causalidade dos três caminhos (desejos mundanos, carma e sofrimento). Esta é a causalidade da Lei Mística.
Esse nível mais profundo de causalidade exposto pelo budismo difere da lei comum de causa e efeito sujeita ao marco temporal, que conhecemos como causalidade geral. O que funciona nesse nível mais profundo é a simultaneidade de causa e efeito, segundo o qual, mediante a mudança em nossa mente ou coração, podemos manifestar, instantaneamente, nosso estado de Buda intrínseco, aqui e agora. Em termos práticos, esta verdade implica que quando mudamos fundamentalmente nossa atitude mental, podemos transformar instantaneamente nossa vida, nosso ambiente ou circunstâncias.
A Lei da Causalidade Geral continua sendo uma premissa básica do budismo, mas ela está incluída pelo que poderia ser chamado de “causalidade maior”. Esta última, mais abrangente, é a causalidade de atingir o estado de Buda expressa no sutra de Lótus e na Lei Mística."
Fonte: Jornal Brasil Seikyo de Abril de 2009

quinta-feira, 4 de junho de 2009

As 4 Virtudes


O significado das quatro virtudes, Eternidade, Felicidade, Verdadeira Identidade e Pureza, representam uma condição de felicidade indestrutível — as virtudes inerentes ao estado de Buda:
“Eternidade” significa que a natureza de Buda é eterna pelas três existências do passado, presente e futuro.
“Felicidade” significa a ausência de sofrimento e a presença de alegria e paz de espírito.
“Verdadeira identidade” indica um estado de vida de ilimitada liberdade que nada consegue destruir.
E "Pureza”, é estar totalmente limpo.

Texto cedido pelo Bloco da BSGI Parc des Prince, Barra

terça-feira, 19 de maio de 2009

A Abertura dos olhos

Essa foi a matéria da Reunião de Palestra do meu bloco da BSGI, no mês de Maio.

O propósito dos ensinamentos do budismo está em ressaltar que, seja quais forem as causas passadas, podemos construir um futuro brilhante por meio das causas que fazemos hoje, transformando definitivamente o nosso carma.
O Budismo de Nichiren Daishonin não se limita ao conceito superficial de causa e efeito, de castigo e recompensa, mas, sim, revela a natureza real da causalidade e a forma como podemos recuperar o estado de pureza da vida existente desde o infinito passado.
O segundo presidente da Soka Gakkai, Jossei Toda, afirmava o seguinte: “Nesta época em que vivemos, precisamos de um ensino que nos possibilite, como pessoas comuns que somos, romper os limites desse princípio de causalidade expostos nos ensinos pré-Sutra de Lótus e revelar nossa natureza de Buda inerente. Foi Nichiren Daishonin que, em resposta a essa necessidade, estabeleceu um ensino que nos permite romper as correntes do carma criado em existências passadas e moldar com nossas próprias mãos um destino brilhante e positivo no presente. Daishonin estabeleceu a Lei tal como estava descrita no Sutra de Lótus exposto por Sakyamuni, de uma maneira muito semelhante a um engenheiro que constrói um avião a partir de projetos, possibilitando às pessoas comuns, em seu cotidiano, romperem os limites de suas causas passadas e retornar ao passado inescrutável do tempo sem início. Em outras palavras, devotar nossa vida à Lei Mística e orar o Nam-myoho-renge-kyo representam o caminho para mudar nosso destino para melhor”. (Terceira Civilização, edição no 433, setembro de 2004, pág. 18.)


Portanto, é neste exato momento que temos a oportunidade de provocar mudanças que irão refletir efeitos positivos em nossa vida assim como em nosso ambiente.
Em outro trecho desse escrito, consta: “É pelos benefícios obtidos de proteger a Lei que essas pessoas podem, nesta existência, diminuir seus sofrimentos e os efeitos de causas passadas”. (END, vol. 4, pág. 202). Essa afirmação nos faz refletir sobre a importância da prática budista. Se a nossa fé brilhar vigorosamente, nunca falharemos em obter o caminho para um grandioso futuro. A chave para criarmos as mais elevadas causas surge a partir do momento em que tomamos fé no Gohonzon e nos dedicamos em prol do Kossen-rufu. Nesse instante, seremos capazes de abrir a porta para um futuro de ilimitada boa sorte. Portanto, independentemente das nossas circunstâncias no presente momento serem boas ou más, devemos nos levantar com a determinação de não sermos derrotados com a convicção de que tudo começa a partir de agora. Assim, poderemos comprovar a prova real do ilimitado potencial da Lei Mística. Eis o verdadeiro propósito da fé no Budismo de Nichiren Daishonin conhecido como o Budismo da Verdadeira Causa.
Em um trecho do Diálogo sobre a Sabedoria do Sutra de Lótus, o presidente da SGI, Daisaku Ikeda, afirma: “O ‘começo’ é exatamente agora. O passado já se foi. O futuro ainda não chegou. Tudo que existe é o momento presente. E o presente torna-se passado num instante. A vida continua de momento a momento. Sentimo-nos felizes num momento, mas no instante seguinte nos encontramos em aflição. É importante considerarmos a própria vida no presente momento como a ‘causa’ para criarmos os efeitos futuros”. (Brasil Seikyo, edição no 1.579, 11 de novembro de 2000, pág. A3.)
Assim, empenhando-nos firmemente na prática budista a partir da determinada recitação do Daimoku, trilhando o caminho da unicidade de mestre e discípulo, podemos realizar sem falha nossa revolução humana, aprimorando a própria personalidade e o senso de humanismo. Um modo de vida embasado nesta decisão e oração possibilita romper a escuridão fundamental de nossa vida, interrompendo o ciclo interminável de um mal que gera outro e, consequentemente, transformando o carma negativo.
Em um discurso, o presidente Ikeda afirma: “O carma negativo é abarcado pelo mundo do estado de Buda e purificado pelo seu poder. Usando uma analogia, o surgimento do estado de Buda é como o nascer do sol. Quando o sol desponta no leste, as estrelas que até então brilhavam intensamente no céu noturno, em questão de instantes, desaparecem, como se não tivessem existido”. (Terceira Civilização, edição no 433, setembro de 2004, pág. 18.)
Termo e Denominação: Sutra Contemplação da Mente-Solo: Sutra que explica que os estados de Buda, bodhisattva, pratyekabuddha, arhat e ouvinte originam-se da mente das pessoas comuns. Por isso, esse sutra compara a mente ao solo, que produz o grão. O sutra também explica sobre os quatro débitos de gratidão — aos pais, a todos os seres, ao soberano e aos três tesouros — e louva os benefícios da observação da mente."


"Resumo e cenário histórico
Este tratado é um dos cinco mais importantes de Nichiren Daishonin, no qual ele revela sua verdadeira identidade como Buda dos Últimos Dias da Lei possuidor das três virtudes de soberano, mestre e pais. Em fevereiro de 1272, logo no início do seu exílio na Ilha de Sado, vivendo sob severas circunstâncias, Daishonin concluiu este tratado em dois volumes e endereçou-o a Shijo Kingo, um dos seus principais discípulos em Kamakura.
Nichiren Daishonin experimentou uma série de adversidades na inóspita Ilha de Sado, a condição precária de sua cabana não o protegia do vento nem da neve, faltava-lhe alimentos, roupas e materiais para escrita. Além de seu sofrimento físico, ele ficou profundamente abalado ao saber que vários de seus seguidores de Kamakura haviam abandonado a fé. Sentindo que a morte constantemente o ameaçava, Daishonin redigiu este tratado com o propósito de encorajar seus discípulos como se fosse seu último desejo e testamento.
O título “Abertura dos olhos” significa capacitar as pessoas a enxergarem a verdade. Em outras palavras, libertá-las das ilusões e das visões distorcidas e despertá-las para que compreendam o correto ensino e seu correto mestre.

Nichiren Daishonin cita essa frase do Sutra Contemplação da Mente-Solo para elucidar a Lei de Causa e Efeito, que é o conceito central do budismo.
O importante desta citação é o aspecto de que o momento presente em que vivemos decide todo o futuro. Os efeitos do presente se devem às causas do passado e os efeitos futuros surgem a partir das causas que fazemos no presente. Portanto, embora as causas feitas no passado tenham definido o nosso presente, é no momento presente que se define o nosso futuro. Em outras palavras, o budismo ensina que não podemos deixar que as causas passadas definam o nosso futuro.
Fonte Brasil Seikyo (Caderno) - Edição nº 1749 publicado em 29/05/2004

domingo, 17 de maio de 2009

Livros

O tripé do Budismo é Prática, Fé e Estudos. No post de hoje, algumas dicas de livros sobre Budismo de Nichiren Daishonin.

Por uma sociedade de paz


Guia prático de Budismo



Síntese do Budismo



Fundamentos do Budismo




Preleção dos capítulos Hoben e Juryo




Esses livros podem ser adquiridos pela internet na Editora Brasil Seikyo ou mesmo no Bazar Kamakura

sábado, 9 de maio de 2009

A morte de cada dia

Nós estamos acostumados a ligar a palavra morte apenas à ausência de vida e isso é um erro. Existem outros tipos de morte e precisamos morrer todo dia. A morte nada mais é do que uma passagem, uma transformação. Não existe planta sem a morte da semente, não existe embrião sem a morte do óvulo e do esperma, não existe borboleta sem a morte da lagarta. Isso é óbvio!
A morte nada mais é do que o ponto de partida para o inicio de algo novo. Ë a fronteira entre o passado e o futuro. Se você quer ser um bom universitário, mate dentro de você o secundarista aéreo que acha que ainda tem muito tempo pela frente. Quer ser um bom profissional? Então mate dentro de você o universitário descomprometido que acha que a vida se resume a estudar só o suficiente para fazer as provas. Quer ter um bom relacionamento? Então mate dentro de você o jovem inseguro ou ciumento ou o solteiro solto que pensa poder fazer pianos sozinho, sem ter que dividir espaços, projetos e tempo com mais ninguém.
Enfim, todo processo de evolução exige que matemos o nosso “eu’ passado, inferior. E, qual o risco de não agirmos assim? O risco está em tentarmos ser duas pessoas ao mesmo tempo, perdendo o nosso foco, comprometendo essa produtividade, e, por fim, prejudicando nosso sucesso. Muitas pessoas não evoluem porque ficam se agarrando ao que eram, não se projetam para o que serão ou desejam ser. Elas querem a nova etapa, sem abrir mão da forma como pensavam ou como agiam. Acabam se transformando em projetos acabados, híbridos, adultos infantilizados. Podemos até agir, às vezes, como meninos, de tal forma que não matemos as ‘virtudes de criança que também são necessárias a nós, adultos, como: brincadeira, sorriso fácil, vitalidade, criatividade etc. Mas, se quisermos ser adultos, devemos necessariamente matar atitudes infantis, para passarmos a agir como adultos.
Quer ser alguém (líder, profissional, pai ou mãe, cidadão ou cidadã, amigo ou amiga) melhor e mais evoluído? Então, o que você precisa matar em si, ainda hoje, para que nasça o ser que você tanto deseja ser!? Pense nisso e morra!
Mas, não esqueça de nascer melhor ainda! O valor das coisas não está no tempo em que elas duram, mas na intensidade com que acontecem. Por isso existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis. Analise bem sua vida, observe o que não está dando certo e veja onde você está resistindo a mudanças; muitas vezes, com pouco tempo para se conhecer, acaba boicotando seu próprio sucesso, sua realização, suas possibilidades de amor ou de felicidade, sem ao menos saber que está sendo seu pior inimigo.
Colaboração: VMA, Hantyo do Bloco da BSGI Parc des Prince, Barra, RJ

terça-feira, 5 de maio de 2009

Resultado da Pesquisa Gongyo e Daimoku

Durante 2 meses fiz uma pesquisa aqui no blog, com a pergunta "Qual a periodicidade que você faz Gongyo e Daimoku?", e hoje anuncio o resultado.

No total foram 129 votos:
81% (104 pessoas) fazem Gongyo todos os dias, 2 vezes por dia
12% (16 pessoas) fazem Gongyo uma vez ou outra
3% (4 pessoas) fazem Gongyo quando sobra tempo
4% (5 pessoas) fazem Gongyo quando precisam

A prática diária é essencial para a nossa Revolução Humana, e pelo resultado vemos que estamos bem direcionados em rumo ao Kossen-rufu! Continuem assim!
"A Voz, mais do que qualquer coisa, manifesta a energia vital da pessoa. É por isso que o coração, o corpo e a própria vida podem ser transformadas dependendo da voz e da escolha das palavras."
Brasil Seikyo, nº 1565 - frase da semana